Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

Arquivo para o mês “fevereiro, 2015”

Quanto ao Nacionalismo

Pessoas criticam haitianos, bolivianos e outros estrangeiros de imigrar para o Brasil supostamente por tirar emprego e outros “direitos” e oportunidades dos brasileiros. Se refletirmos quem pensa assim concorda com a posição como a Nacional-Socialista, quem gosta de história percebe.

Mas quem em seu barco luxuoso ou em um navio de carga deixaria náufragos seja em uma ilha deserta, seja em um barco, sem recursos para sobreviver? Qualquer pessoa que se diz um pouco humana lhes dariam a oportunidades de viver, e essa é sua obrigação e responsabilidade. Certamente arranjaria em seu navio um lugar para que ficassem, comeriam juntos, e até se divertiriam juntos para que esses “irmãos” que sofreram dias ruins superassem os traumas e as más experiências que passaram.

Vale nesses momentos colocar na balança: o peso da vida de pessoas ou do conforto e previlégios que seriam sacrificados; desta forma não temos dúvidas sobre qual decisão tomar. Porém o problema dos outros, e ainda distância, não sensibiliza a maior parte das pessoas.

É inegável, e a história confirma, um país é rico ou tem condições melhores para a sua população explorando ou tendo vantagens sobre outros países. Não seria justo desta forma os países exploradores receber os que foram explorados ou a população que sofreu e é fruto de um abuso em algum momento da história? Essa seria apenas uma forma de equilibrar um pouco essas desigualdades…

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Quanto ao Nacionalismo

Pessoas criticam haitianos, bolivianos e outros estrangeiros de imigrar para o Brasil supostamente por tirar emprego e outros “direitos” e oportunidades dos brasileiros. Se refletirmos quem pensa assim concorda com a posição como a Nacional-Socialista, quem gosta de história percebe.

Mas quem em seu barco luxuoso ou em um navio de carga deixaria náufragos seja em uma ilha deserta, seja em um barco, sem recursos para sobreviver? Qualquer pessoa que se diz um pouco humana lhes dariam a oportunidades de viver, e essa é sua obrigação e responsabilidade. Certamente arranjaria em seu navio um lugar para que ficassem, comeriam juntos, e até se divertiriam juntos para que esses “irmãos” que sofreram dias ruins superassem os traumas e as más experiências que passaram.

Vale nesses momentos colocar na balança: o peso da vida de pessoas ou do conforto e previlégios que seriam sacrificados; desta forma não temos dúvidas sobre qual decisão tomar. Porém o problema dos outros, e ainda distância, não sensibiliza a maior parte das pessoas.

É inegável, e a história confirma, um país é rico ou tem condições melhores para a sua população explorando ou tendo vantagens sobre outros países. Não seria justo desta forma os países exploradores receber os que foram explorados ou a população que sofreu e é fruto de um abuso em algum momento da história? Essa seria apenas uma forma de equilibrar um pouco essas desigualdades…

O homem e o Prédio Velho

Um homem passava por um belo prédio porém além de antigo aquele prédio era velho, tanto que partes deste desmoronavam. Com o isolamento desfeito por tábuas levadas pela população local um homem é atingido por um pedaço do prédio que cai devido a sua má conservação.

O homem se fere seriamente, consciente ele reclama com o dono do prédio, governo local, que o mesmo deveria estar bem conservado ou no mínimo isolado adequadamente. O representante do governo cheio de razão disse que o prédio era isolado e que material para isso foi “roubado” pela população local para venda e que por isso a culpa do ocorrido seria dos mesmos.

O homem entendendo a resposta em todos seu significados exigiu, falando ao público, não um isolamento mas que o prédio não chegasse aquela situação, e essa “situação” é um exemplo do desperdício de um estado que exclui, degrada, desperdiça e abandona por isso a população só resta fazer o necessário para sobreviver.

Então o governo fica em dúvida se o pedaço do prédio caiu na pessoa certa…

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