Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

Arquivo para o mês “julho, 2017”

Seja Cuzão

A baixa Autoestima e o egoísmo faz nosso mundo ser como é. Vemos isso no macro, nas grandes besteiras globais, nos inseguros e arrogantes governantes, e no micro, nas pequenas besteiras que geram sofrimentos diários.

A baixa autoestima afeta as mulheres mas afeta de forma mais particular os homens através da violência.
Já vi homens irritados batendo em homens alcoolizados, vi homens ciumentos agredindo companheiras ou outros homens que seriam ameaça a “sua propriedade”, vi homens agredido outros por um olhar, por um esbarrão, homens batendo em drogados e viciados.

Em sua macheza se sentem obrigados a provar sua força, seu poder, sua superioridade sobre o outro, sua “coragem covarde”.

Sem Amor preferem ser o conhecido padrão Macho que fere, a coragem do cuidado evitando conflitos desnecessários “arregendo” confrontos da “covardia corajosa”.
Sentem-se ameaçados por todos os lados, não vêem que maior doente é ele mesmo, carece de autoestima e autoconhecimento, fazendo-o escravo da opinião dos outros machos gerando dor para não ser chamados de “cuzão”.
O Amor está além de títulos e rótulos, Amor age por Vida.
#OptePeloAmor

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​Tolerância 

A religião ensina a fé, ensina a ter fé. Mas fé ensinada na religião não é fé no Amor, ou seja, fé em Deus e na Vida. A fé ensinada na religião é a fé do medo, da punição, do pecado é do inferno.

A religião não ensina, porque seria uma perda numérica e de controle para eles, que a fé da Verdade é o não viver, não agir o Amor.
Essa fé do medo obriga seus seguidores apenas a seguir e a pensar, sim a pensar, porém apenas o que quer que pensem.
E nessa fé, que não é a fé do Amor, muitas religiões se colocam superior a outras, assim exigindo de seus seguidores. Da mesma forma age o ateísmo: como uma religião, com atitudes proselitistas, querendo convencer o outro que está no caminho errado, já que ele está “no caminho certo”: a não crença ou não caminho.

Não importa o seus argumentos mais lógicos, não importa se sua tese é baseada no Amor e na Vida, aquele que crê e que é adestrado pela fé do medo estará sempre seguro em não ceder, isso significaria ser condenando ao inferno.
Temos que lutar para que o Amor vença. Há, em toda população, os indivíduos capaz de refletir e ceder aos argumentos de Amor e Vida, para os outros cabe a lei. Digo lei ser necessária porque a intolerância, opressão, sofrimento e morte; e os oprimidos não podem sofrer aguardando o entendimento e boa fé de todos. E assim foi historicamente.
Baseado e legítimados em sua fé racistas, homofóbicos, intolerantes religiosos, pessoas que tem ódio por pessoas com necessidades sociais, machistas trazem morte, de tantas formas diferentes, e até hoje.
Por isso quem tem fé tem medo, medo da não fé; e eles crêem na fé o medo eles crêem a não fé d medo. É a mesma lógica do Galeano que diz que “o machismo é o medo dos homens das mulheres sem medo”.
Me recordo em minha adolescência quando eu despertava para a minha espiritualidade, as dúvidas eram infinitas. Até me assumi ateu por algum tempo mas a minha descrença nunca se apaziguou com as explicações materiais, ou “desse mundo”.
Tentei, errei, tentei novamente, fui intolerante, fui radical, fui fundamentalista porque tinha medo, sempre na tentativa de fazer o certo, na tentativa de satisfazer a criação, o criador, ou que quer que fosse. Me frustrei pela minha pouca fé, pela incoerência do amor sem Amor que era pregado. Não desisti: procurei, li, assisti, escutei, mas o mais importante vivi, deixei que tudo me tocasse. Procurei a Vida, procurei certezas, não queria ter dúvidas… Até que achei o Amor, então não tivemos dúvidas, essa é a base de tudo, da Vida.
A tolerância parte do pressuposto de igualdade e isso não é pressuposto do fundamentalista ou do que tem a fé do medo.

A tolerância só virá de quem tem medo de não amar…
#OptePeloAmor

​Mal vencedor

Não faço questão, do primeiro lugar, de ficar aparente.

De disputar, de ter gente a baixo.

Em uma discussão não faço questão nenhuma de ter razão, e se acho que não posso somar a vida de alguém prefiro me falar.
Em uma competição prefiro a felicidade do outro ter vencido que vencer. Pode ser comodismo ou preguiça, vai lá saber.
Já frustrei tantos parentes de não almejar grades cargos com grandes salários. Quis apenas uma vida simples com o necessário, paz e tranquilidade.
Na rua, ou entre amigos, para evitar brigas e discussões desnecessárias, feridas físicas ou psicológicas, já dei razão, já fui cuzão, já fui filha da puta. Isso pela satisfação do outro e alguma esperança de amadurecimento…
Status, vaidade, não é comigo

Acho que deixei para traz o meu umbigo
Não sou nada competitivo, ou me vejo assim…
Talvez que na verdade sou apenas um acomodado.

Quem sabe

​Eu não acho legal carros nas ruas, Eu acho legal o Amor

São perigosos e mortais, alguns motoristas o usam como armas. Já vi  muitos jogando seu objeto sobre pedestres que não terminaram de atravessar a rua ou de ciclistas que ousaram usar espaço que achavam que era só seu.

Os carros poluem a cidade, e até matam pessoas assim, e muitas pessoas; e seria injusto falar apenas da poluição do ar, devemos nos lembrar da poluição sonora e visual. Eles fazem as ruas ser lugar para se ter medo, ele previlegia quem pode pagar para tê-los, ele faz a cidade mais segregada, ele separa amores.
Ele sustentam baixa autoestima, preguiça, vaidades, o mortal sedentarismo, o conforto mortal e egocêntrico, a desumanização, a exploração e o desperdício. Na maioria das vezes o carro não é Amor…
Mas não posso ser injusto, nem sempre. O carro pode ser Amor. Na necessidade do idoso, da criança pequena, para ir onde o transporte público não leva nem o Amor pode levá-lo e quando ele supre a necessidade dos que tem necessidades especiais, nas emergências médicas…
Sim o carro pode ser Amor, não é assim que o usamos?…
#OptePeloAmor

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