Wagner Pensa Hirata

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​Tolerância 

A religião ensina a fé, ensina a ter fé. Mas fé ensinada na religião não é fé no Amor, ou seja, fé em Deus e na Vida. A fé ensinada na religião é a fé do medo, da punição, do pecado é do inferno.

A religião não ensina, porque seria uma perda numérica e de controle para eles, que a fé da Verdade é o não viver, não agir o Amor.
Essa fé do medo obriga seus seguidores apenas a seguir e a pensar, sim a pensar, porém apenas o que quer que pensem.
E nessa fé, que não é a fé do Amor, muitas religiões se colocam superior a outras, assim exigindo de seus seguidores. Da mesma forma age o ateísmo: como uma religião, com atitudes proselitistas, querendo convencer o outro que está no caminho errado, já que ele está “no caminho certo”: a não crença ou não caminho.

Não importa o seus argumentos mais lógicos, não importa se sua tese é baseada no Amor e na Vida, aquele que crê e que é adestrado pela fé do medo estará sempre seguro em não ceder, isso significaria ser condenando ao inferno.
Temos que lutar para que o Amor vença. Há, em toda população, os indivíduos capaz de refletir e ceder aos argumentos de Amor e Vida, para os outros cabe a lei. Digo lei ser necessária porque a intolerância, opressão, sofrimento e morte; e os oprimidos não podem sofrer aguardando o entendimento e boa fé de todos. E assim foi historicamente.
Baseado e legítimados em sua fé racistas, homofóbicos, intolerantes religiosos, pessoas que tem ódio por pessoas com necessidades sociais, machistas trazem morte, de tantas formas diferentes, e até hoje.
Por isso quem tem fé tem medo, medo da não fé; e eles crêem na fé o medo eles crêem a não fé d medo. É a mesma lógica do Galeano que diz que “o machismo é o medo dos homens das mulheres sem medo”.
Me recordo em minha adolescência quando eu despertava para a minha espiritualidade, as dúvidas eram infinitas. Até me assumi ateu por algum tempo mas a minha descrença nunca se apaziguou com as explicações materiais, ou “desse mundo”.
Tentei, errei, tentei novamente, fui intolerante, fui radical, fui fundamentalista porque tinha medo, sempre na tentativa de fazer o certo, na tentativa de satisfazer a criação, o criador, ou que quer que fosse. Me frustrei pela minha pouca fé, pela incoerência do amor sem Amor que era pregado. Não desisti: procurei, li, assisti, escutei, mas o mais importante vivi, deixei que tudo me tocasse. Procurei a Vida, procurei certezas, não queria ter dúvidas… Até que achei o Amor, então não tivemos dúvidas, essa é a base de tudo, da Vida.
A tolerância parte do pressuposto de igualdade e isso não é pressuposto do fundamentalista ou do que tem a fé do medo.

A tolerância só virá de quem tem medo de não amar…
#OptePeloAmor

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