Wagner Pensa Hirata

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Proselitismo?!…

Há algum tempo eu entendi que o termo Salvação não é algo exclusivo dos seguidores de Jesus, mas sim, ainda me considero seu seguidor.

Eu não sigo Jesus por acreditar que serei salvo por isso. Eu o sigo, explicando de forma prática, por ele ser o mais perfeito de exemplo de homem possível na terra, o modelo. Fora considerar que ele seja O filho de Deus, Deus em Si e Irmãos de todos os seres humanos. Há muito tempo no meio evangélico algo me incomodava, o termo que se dá como Evangelização, ou o esforço de tornar todo mundo “evangélico”.

Sempre me questionei se o que é bom para mim seria bom para qualquer outra pessoa, seria muita arrogância afirmar isso. Essas verdades são minhas verdades que veio a mim através de minha vivência, não posso considerar algo objetivo e que serviria a todas as pessoas.

O que devo entender como Verdade vai muito além do que eu sinto e de minhas experiências pessoais. Da mesma forma o Caminho, que é algo objetivo, é algo que pode ser seguido por pessoas de qualquer religião quando seus praticantes procuramo com sinceridade a Verdade. Quanto a isso não discussão…

O Caminho para Verdade só traria benefícios a qualquer religião, como disse Gandhi faria melhores “Muçulmanos, Judeus e Cristãos” em vez de converte-los, sempre para uma religião de mesmo valor.

“Ahimsa nos ensina a sentir pela fé religiosa dos outros o mesmo respeito que sentimos pela nossa, admitindo desse modo a imperfeição dessa. Essa admissão é prontamente feita pelo buscador da Verdade, que obedece a lei do Amor. Se houvéssemos alcançado a plena visão da Verdade não seriamos meros buscadores, mas teríamos nos tornados unos com Deus, pois a Verdade é Deus. Sendo porém apenas buscadores, prosseguimos com nossa busca, e temos consciência da nossa imperfeição. E se nós mesmos somos imperfeitos, a religião que é por nós concebida, também deve sê-lo”

Gandhi

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Wordless – Madre Tereza

“Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Permita-me consola em vez de ser consolado.
Para entender, ao invés de ser entendida.
Para amar, ao invés de ser amada.
Porque dar é receber.
Porque é perdoando que somos perdoados.
E é morrendo que nascemos para a vida eterna. ”
Madre Thereza

“Where there is desperation, may I bring hope.
Where there is sadness, let me bring joy.
Allow me to console rather than be consoled.
To understand, rather than to be understood.
To love, rather than be loved.
Because giving is receiving.
Because it is in forgiving that we are forgiven.
It is in dying, that we are born to eternal life.”
Mother Thereza

Cartas de Iwo Jima

Livro de um dia, muito bom e simples.
Mostra a experiência do então capitão de Cavalaria Tadamichi Kuribayashi em viagem de estudos nos EUA, mostrando seus sentimentos e o relacionamento a distância com sua esposa e filhos na década de 1920 e 1930 que viviam no Japão. Nesse momento se mostra o nascimento da admiração e respeito do capitão ao tão grande e poderoso EUA, país que ele enfrentaria anos mais tarde, sem medo, como uma sentença de morte.

KURIBAYASHI, Tadamichi, 1891-1945.
Cartas de Iwo Jima / Tadamichi Kuribayashi, Tsuyuko Yoshida (edição); [tradução Seidi Kusakano e Lilian Ishizawa]. – São Paulo : Editora JBC, 2007.

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