Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

Morte Desnecessária

E com o tempo ela se torna desnecessária.
A morte não é mais uma opção, o seu paladar até gosta,  mas não é mais sua escolha.

Não é por obrigação apenas se tornou desnecessária, tanto a morte como o sofrimento, desnecessário momento de gozo.

Você não precisa de morte para sobreviver, antes achava que precisava, hoje não mais. A morte não te fortalece como pensavam, como te diziam, como te diziam. Algumas ainda acham que precisam.
Você gosta, até tem saudades, mas hoje não vive mais para satisfazer seu paladar. Não vale a pena.

Não quer mais gastar dinheiro com isso, gastar seu suor seu trabalho. Você sabe, você despertou, a Vida em você exige opções com Vida, não morte e sofrimento.
No fim pensa nos segundos e minutos de prazer que perdeu, o ambiente social que foi excluído, mas pensa na Vida que ficou em você, a saúde que manteve, a felicidade que proporcionou e não há arrependimento.
A morte não vale aqueles segundos…
Bom dia 
#OptePeloAmor

#ABicicletaTeDespertaABicicletaTeLiberta

#BikeELove

#OptePeloAmor

Optar pelo Amor é entender e perdoar as palavras que foram resultado de baixa autoestima e egoismo, ou de ignorância, cegueira, medo ou raiva.
É permitir e entender que o outro se seja e aja de acordo com sua maturidade e aprendizado não exigindo muito dele.
É desejar o melhor, a cura, a libertação, a evolução e se propor a ajudar é apoiar aquele que sofre e az sofrer agindo com desamor, e não desejar-lhe vingança ou um aprendizado sofrido e de dor.
É entender, ou querer entender, ou ainda optar por entender que entre duas interpretações de uma situação sempre levará em consideração a melhor das intensões do seu irmão.
É não dar uma resposta “merecida” sem compaixão, tolerância, empatia e entendimento do seu irmão, sabendo que seja o que for o que ele tenha dito isso não afeta a sua dignidade e honra fazendo que seja desnecessário a violência física ou verbal. Mas sempre uma resposta de Amor, edificante e cheia de compaixão que, se assim ou ouvinte permitir, levará ao início de despertar…
Optar por Amar é ter consciência que as atitudes de desAmor pode afetar seu corpo e seus ouvido mas jamais o que é quem você É…
Bom dia
#OptePeloAmor

​Aos educadores

Se você tem o previlegio de ensinar, seja persistente e tenha paciência, seja ensinando a pedalar ou a dançar forró. Nunca fale que alguém não leva jeito, você pode sabotar grandes potenciais.

Meses após alguém aprender a pedalar você não diferencia quem teve grande dificuldade e grande facilidade, a técnica tem importância mas importância maior tem o psicologia.
O educador deve ter certa admiração sobre quem se propõe a aprender, fazer algo diferente, muitas vezes superando dificuldades inimagináveis.
Educador deve ser um insentivador
#OptePeloAmor

#ABicicletaTeDespertaABicicletaTeLiberta

#BikeELove

​Quando o PM ofereceu a outra face

Décadas na corporação e o desconforto vinha aumentando. Ao invés do caminho comum de anestesiamento e indiferença o incômodo; as ordens já não eram tão fáceis de ser cumpridas, e logo veio mais uma.

Não sabia detalhes era apenas mais um protesto a ser eliminado, “apenas arruaceiros” diziam seus superiores, pessoas gritando por moradia ou educação, segurança ou transporte, emprego ou comida. Lá estava ele entre seus iguais policiais para dispersar a multidão que atravessavam a vida das pessoas de bem, ele se sentia perdido. Estavam armados de balas de borracha, que também cegam e matam, bombas e gases para dispersar, desunir e enfraquecer o que a indignação e a revolta uniu e encorajou.
Posicionados em fila​ olhavam​ os marginais, em um momento de reflexão agora os entendia, os antes chamados criminosos parecem ser vítimas, vitimas que queriam mudar de caminho, olhou para si e pensou em seu papel formal, papel pela lei: manter tudo como está…
A raiva sobre aqueles rotulados “marginais” passou como o desejo de os oprimir, violentar e agredir. Um, entre os agora ex-marginais, se adiantou agressivamente e o encarou com raiva, não era pessoal, não encarou o policial em si mas o que ele representa e golpeando subitamente o nosso personagem, o militar. Mas ele, surpreendentemente, não revidou, com alguma raiva porém com maior entendimento olhou nos olhos daquele agora irmão e virou o outro lado: ofereceu a outra face. Admitindo a culpa do estado e dos poderosos que representa, e relembrando a todos antes por eles reprimidos e até assassinados, ofereceu sua cara, sua carne para ser agredido, ofereceu ser destruído.
Mas a oportunidade de golpear é desperdiçada, o homem da lei já não é mais um inimigo, um adversário, o traidor do estado agora era um aliado, e a Casa Grande entra em pânico. O alvo da revolta não é a violência e a barbárie como os endinheirados e donos da lei difundem para gerar medo na massa e assim controlar com mais facilidade. Eles querem conflitos entre os peões do tabuleiro, eles queriam sacrifício e morte, sabem que os reis e nobres serão preservados, não se importam com aquelas vidas, sabem que jamais seus filhos são sacrificados. O alvo da revolta não é vingança mas a justiça.
Caminhando juntos eles apavoram indefesos ricaços e políticos que temem mais a igualdade e perda de privilégios que a morte, por isso a pressão para opressão. Ricos, políticos, senhores do Direito tem pânico dos desobedientes e sua união, ficam apavorados com sua força.
Cada vez mais certo ele vê que algo está errado, com aquele prefeito, com seu grande chefe o governador, o presidente e seus protegidos, com os que tem tanto e não se importam com que tem tão pouco, pensa em si: “meu trabalho era manter o status quo”.
E assim, oferecendo a face, é a escolha por quem opta pela não violência, por quem não acredita em matar e ferir, assim começa a revolução.
Quando decidiu entrar para polícia queria ser defensor dos fracos e oprimidos. Ele queria seguir os grandes exemplos, servir a quem precisa, quem tem necessidade, proteger os indefesos, mas a incoerência o indignou e desejou revolução total…
E assim agiu, até que ele despertou…
Acordou com o desejo de tornar aquele sonho em realidade, e ele tinha coragem, a vida lhe fortaleceu, mas ele não temia por sua vida mas pelos que amava, sua família seus amigos, ele tinha medo da instituição, dos seus irmãos adormecidos que se tornaram insensíveis a vida, que acreditaram na propaganda de culpados que são apenas vítimas, e de tanto que lhes foi dito, lhes anestesiaram, eram cegos. A máquina é tão bem feita que quem não se enquadra a ela se sente perdido, se auto destrói. Sem ter a quem recorrer, olhava o pecado de seus colegas, de seus superiores, dos inferiores que queriam entrar no jogo e e se adaptar ao sistema por uma carreira, por dinheiro, pensava no caminho da instituição: a ouvidoria não ouve, os colegas o abandonam se não supre o sistema. Lhe sobrou a depressão, as noites mal dormidas e o trabalho mau feito. Preferia se ferir que ferir… Ela não via escapatória, não via solução, e o mundo se fechava cada vez mais, sua consciência lhe exigia mas sentia que não conseguiria, por isso a escolha…
E ele decidiu não viver mais aquela vida

Ele decidiu não mais viver assim

Ele decidiu não mais viver

Ele decidiu

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