Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

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Morte Desnecessária

E com o tempo ela se torna desnecessária.
A morte não é mais uma opção, o seu paladar até gosta,  mas não é mais sua escolha.

Não é por obrigação apenas se tornou desnecessária, tanto a morte como o sofrimento, desnecessário momento de gozo.

Você não precisa de morte para sobreviver, antes achava que precisava, hoje não mais. A morte não te fortalece como pensavam, como te diziam, como te diziam. Algumas ainda acham que precisam.
Você gosta, até tem saudades, mas hoje não vive mais para satisfazer seu paladar. Não vale a pena.

Não quer mais gastar dinheiro com isso, gastar seu suor seu trabalho. Você sabe, você despertou, a Vida em você exige opções com Vida, não morte e sofrimento.
No fim pensa nos segundos e minutos de prazer que perdeu, o ambiente social que foi excluído, mas pensa na Vida que ficou em você, a saúde que manteve, a felicidade que proporcionou e não há arrependimento.
A morte não vale aqueles segundos…
Bom dia 
#OptePeloAmor

#ABicicletaTeDespertaABicicletaTeLiberta

#BikeELove

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​Sem Parar

Parar: jamais
Parar: nunquinha
Seu carro novo, ou nem tanto, lataria preservada, pintura sem um arranhão.

Ele dirigia ostentando, ainda na velha opinião dos que ainda acham que independência e status depende do veículo que usa.

Coloca adesivo “nois capota mas não breca”, acessórios cromados, tudo absolutamente necessário, assim manda sua autoestima.

A coerência está no pé pesado, na sua velocidade, quanto maior melhor, quanto mais perigoso e mortal mas supre, mesmo que momentaneamente, sua insegurança e disfarça sua fraqueza.
Parar “é para a fracos” ele diz. Parar para pedestres: jamais; dar prioridade para ciclistas: nunquinha. Atitude de fraqueza ele pensa, atitude de Amor, o endurecimento da vida, que enfraquece a alma, não lhe permite a gentileza a cortesia. Ele morre de medo de aparecer fraco, ele morre de medo do que os outros vão pensar, até os desconhecidos…
Mas há uma exceção, não por amor, não pela vida, ele há de parar. Ele há de parar para mostrar sua força, seu poder.

Ai de um pedestre chutar seu carro, ai de um ciclista encostar em sua pintura, aí vale a pena diminuir a velocidade, talvez até parar.

Ele vai tirar satisfação, ele vai xingar, ele vai agredir.
Afinal se algo vale a pena vale o sacrifício. Nem que seja o não Amor…

Ano Perdido

Li um artigo que fala que a Anfavea prevê que em 20 anos o Brasil terá um carro para cada 2,4 pessoas, sonho de uma industria, como outra qualquer, que busca apenas por lucros sem se preocupar com as consequências de seu negócio.

O que me assusta é o autor usar termo “ano perdido” por essa industria prever queda de 5 a 10% em suas vendas. Longe de operar no prejuizo e ainda com grandes margens de lucro o “ano perdido” representa a mesquinhez do dinheiro que poderia ser ganho, deprimente.

Um ano é perdido por não lucrar mais que o “ano passado”? Suor dos trabalhadores, exploração de recursos naturais e todos os impactos não tem valor se não são maior que o ano anterior.

Pudera eu dar os frutos do que essas pessoas plantam.

http://carros.uol.com.br/colunas/alta-roda/2014/11/11/em-20-anos-brasil-tera-um-carro-para-cada-24-pessoas-preve-anfavea.htm

Por uma Boa Causa

Causas, todos tem: família, esposa, filhos, carro, dinheiro, fama, drogas, religião etc…
Mas na vida, aos que não se satifazem com a causa própria, deve-se tentar, ao menos, as “boas” causas, ou seja, qualquer causa que não se limite no Eu e do Meu, causas que vão alem. Pensei em uma das causas que acredito e a qual estou mais próximo: a bicicleta, e já me foi dito que existem outras causas mais nobres, mais importantes. Concordo que existem os problemas que poderiam ser grandes caisas como as crianças sem suporte, as florestas sendo destruidas etc… isso me lembra quando há muito tempo eu acreditava que todos deveríamos ser como Martin Luther King Junior, Madre Tereza e Ghandi e outros grandes exemplos e modelos (mas modelo para quem?…), por isso devemos esquecer e deixar de lado as outras causas?… me lembro como eu me cobrava por não ser como eles e me entristecia. Mas depois de muito tempo compreendi que nem todos tinham esse dom, nem todos têm o desejo de ajudar. E depois, logo entendi que eu também não posso salvar o mundo e tirei esse peso dos ombros e, não sei se isso é bom ou ruim, mas eu entendi e parei de me cobrar, mal ou não acho que estou amadurecendo e entendo que não sou como eles. Hoje já me sinto feliz simplismente por não ser uma pessoa comum.
Já entendo que não precisamos ter nosso nome na história por salvar o mundo com grandes feitos. E acredito que todos temos que ter uma boa causa seja ela qual for, por que de pessoas comuns que vivem e morrem pela causa própria o mundo está farto, e pior, ainda existem pessas que matam por causa própria.
A boa causa, que quero dizer, é a causa que não é feita simplesmente para o nosso bem, mas que beneficie a todos. O seu próximo na sua cidade, no seu país ou no seu mundo, assim poderia dizer que essa causa é legitima.
Desse ângulo podemos observar até algumas religiões, elas lutam por causa própria ou pelo bem das pessoas? As empresas elas trabalham para produzir pela sua própria causa ou pela sociedade? E as famílias crescem e vivem pela causa própria construindo seus sonhos sem se importar com a sociedade como um todo, não se importando em construir cercas e muros para que não sejam incomodados. Vemos todos os dias que existem instituições e pessoas que não fazem bem nenhum a todos, devemos esqueçer essa “pequena” boa causa?… vamos esperar o dia em que possamos salvar o mundo todo?… não, eu não tenho ambição nem poder tão grande, quero tentar fazer o melhor nem que isso seja pequeno, nem que eu erre, nem que eu não passe de uma tentativa… mas não quero morrer com meu coração desejoso…
Diferente do que se pensa a bicicleta não beneficia só quem anda nela, mas aos motoristas deixando o transito melhor, ao meio ambiente poluindo menos, aos cidadãos deixando o ar mais puro, mas também beneficia quem faz uso dele, qual mal há nisso, traz saúde, traz fellicidade, traz boa disposição, se conheçe pessoas interessantes, ensina sobre humildade e educação… Acredito que o ciclismo é a minha grande causa, com certeza; meu bairro, minha cidade, país e mundo.

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