Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

Arquivo para a tag “educação”

​Melissa opta pelo Amor

Caminhando, chegando na escola com a Melissa agente observa alguns amiguinhos dela a nossa frente. Eles brincando com isopor e uma tampa plástica que eles deixam cair. Melissa dá um suspiro irritada e a gente passa pelo objeto caído, ela olha novamente para trás e fala “ah não”. Indignada, volta e pega o objeto e entrega na mão do menino.
O menino envergonhado pega o objeto.
Falo: “isso aí Melissa, dá boi não…”

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Não quero uma simpatia previlegiada.

Não quero um “bom dia” que seja só para mim.

Não quero a pura educação da formalidade.

Não quero que seja apenas um repetidor do que te esperam

Não quero um bom dia que não será dado ao trabalhador na rua.

Não quero um sorriso momentâneo que não se estende ao morador de rua como se aquele irmão fosse um objeto “inútil”.

Não quero um tratamento por ser um objeto “útil”, ou merecedor. Merecedor de tratamento de Amor todos somos…
Prefiro a sinceridade, de seja quem é

Prefiro o verdadeiro grau de evolução e amadurecimento

Mesmo que ele não seja socialmente aceitável

Porque a atitude assim, sem máscaras, corajoso e sincero, facilita o Amor
Bom dia
#OptePeloAmor

​Aos educadores

Se você tem o previlegio de ensinar, seja persistente e tenha paciência, seja ensinando a pedalar ou a dançar forró. Nunca fale que alguém não leva jeito, você pode sabotar grandes potenciais.

Meses após alguém aprender a pedalar você não diferencia quem teve grande dificuldade e grande facilidade, a técnica tem importância mas importância maior tem o psicologia.
O educador deve ter certa admiração sobre quem se propõe a aprender, fazer algo diferente, muitas vezes superando dificuldades inimagináveis.
Educador deve ser um insentivador
#OptePeloAmor

#ABicicletaTeDespertaABicicletaTeLiberta

#BikeELove

Uma súplica… de um irmão…

” ‘Mas não tem espaço para dar 1,5m de distância!’

Se você pensa em passar na mesma faixa em que o ciclista está, não tem espaço mesmo. E nesse questionamento está a própria resposta: você deve mudar de faixa.

A bicicleta é um veículo que possui uma limitação de velocidade óbvia, que deve ser compreendida. Para ultrapassá-la, você deve fazer como faria com qualquer outro veículo lento que estivesse à sua frente, como um ônibus ou um caminhão carregado: mude de faixa e faça uma ultrapassagem segura.

Não dá pra esperar atrás da bicicleta? Mude de faixa e ultrapasse. Não dá para ultrapassar, ou só tem uma faixa? Espere. A bicicleta está em movimento, não se permita estragar seu dia (ou o dia de alguém) só por causa de alguns poucos segundos de espera. Não é isso que vai lhe atrasar, mas sim o excesso de carros que você provavelmente vai encontrar mais adiante, ou pelo qual já passou ali atrás.

Claro que há ciclistas que não se preocupam muito com as leis de trânsito. E bastante, mais até do que eu gostaria de admitir. Abriremos essa discussão por aqui ainda essa semana – e você vai ter o direito de opinar. Mas o ponto, nesse momento, é: por mais que aquele ciclista possa estar agindo errado, nós motoristas temos o direito de puni-lo com uma ação agressiva, que pode resultar em uma hospitalização, uma paralisia, uma amputação, uma morte?

Imagine se, a cada vez que um motorista parasse sobre a faixa de pedestres, um caminhão em alta velocidade o prensasse contra a calçada na próxima quadra. E se esse caminhão passasse a fazer isso com qualquer carro, aleatoriamente, porque se irritou ao ver alguém estacionado numa vaga de deficiente?

Finas e fechadas não educam ninguém. Na melhor das hipóteses, escalam um conflito; na pior, mudam a vida de pessoas para sempre. Não só a de quem está na bicicleta, mas a de esposas, amores, filhos e pais preocupados, que esperam aquela pessoa chegar em casa. E que muitas vezes dependem de seu trabalho e de sua saúde. Derrubar um ciclista, seja propositalmente ou por descuido, pode mudar a vida dessas pessoas para sempre.

É preciso parar de pensar apenas do para-brisa pra cá. Existe gente lá fora. O trânsito é feito de pessoas, seja dentro dos carros, em motocicletas, atravessando a rua, naquele ônibus enorme ou em cima de uma frágil bicicleta. Alguém que também está tentando chegar em casa, no trabalho, na escola, na casa da namorada – ou simplesmente passeando, por que não?Pessoas como você e eu, com família, trabalho, amores, sonhos. Pessoas. Esse é o ponto.

Claro que há ciclistas que não se preocupam muito com as leis de trânsito. E bastante, mais até do que eu gostaria de admitir. Abriremos essa discussão por aqui ainda essa semana – e você vai ter o direito de opinar. Mas o ponto, nesse momento, é: por mais que aquele ciclista possa estar agindo errado, nós motoristas temos o direito de puni-lo com uma ação agressiva, que pode resultar em uma hospitalização, uma paralisia, uma amputação, uma morte?

Imagine se, a cada vez que um motorista parasse sobre a faixa de pedestres, um caminhão em alta velocidade o prensasse contra a calçada na próxima quadra. E se esse caminhão passasse a fazer isso com qualquer carro, aleatoriamente, porque se irritou ao ver alguém estacionado numa vaga de deficiente?

Finas e fechadas não educam ninguém. Na melhor das hipóteses, escalam um conflito; na pior, mudam a vida de pessoas para sempre. Não só a de quem está na bicicleta, mas a de esposas, amores, filhos e pais preocupados, que esperam aquela pessoa chegar em casa. E que muitas vezes dependem de seu trabalho e de sua saúde. Derrubar um ciclista, seja propositalmente ou por descuido, pode mudar a vida dessas pessoas para sempre.

É preciso parar de pensar apenas do para-brisa pra cá. Existe gente lá fora. O trânsito é feito de pessoas, seja dentro dos carros, em motocicletas, atravessando a rua, naquele ônibus enorme ou em cima de uma frágil bicicleta. Alguém que também está tentando chegar em casa, no trabalho, na escola, na casa da namorada – ou simplesmente passeando, por que não?Pessoas como você e eu, com família, trabalho, amores, sonhos. Pessoas. Esse é o ponto.”

WILLIAN CRUZ

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