Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

Arquivo para a tag “morte”

​O que ele quer?!…

Tento entender: o que ele quer

Melhor: o que eles querem?
O que eles não querem…

Eles querem que eu não tenha educação

Eles querem que eu não tenha onde morar

Eles querem que eu não consiga me locomover

Eles querem que eu não tenha lazer

Eles querem que eu não tenha tempo livre

Eles querem que eu não pense

Eles querem que eu não me revolte
Eles querem que eu obedeça

Eles querem que eu morra de trabalhar

Eles querem que eu viva com medo

Eles querem que seja descartado
Pensando bem, na verdade eles só querem dinheiro…

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Morte Desnecessária

E com o tempo ela se torna desnecessária.
A morte não é mais uma opção, o seu paladar até gosta,  mas não é mais sua escolha.

Não é por obrigação apenas se tornou desnecessária, tanto a morte como o sofrimento, desnecessário momento de gozo.

Você não precisa de morte para sobreviver, antes achava que precisava, hoje não mais. A morte não te fortalece como pensavam, como te diziam, como te diziam. Algumas ainda acham que precisam.
Você gosta, até tem saudades, mas hoje não vive mais para satisfazer seu paladar. Não vale a pena.

Não quer mais gastar dinheiro com isso, gastar seu suor seu trabalho. Você sabe, você despertou, a Vida em você exige opções com Vida, não morte e sofrimento.
No fim pensa nos segundos e minutos de prazer que perdeu, o ambiente social que foi excluído, mas pensa na Vida que ficou em você, a saúde que manteve, a felicidade que proporcionou e não há arrependimento.
A morte não vale aqueles segundos…
Bom dia 
#OptePeloAmor

#ABicicletaTeDespertaABicicletaTeLiberta

#BikeELove

A Pena: A Morte

O que ela queria é amar, e com sua bicicleta todo dia deixava um rastro de amor. E ela ia, despercebida por seu silencio e pela poluição que não produzia, as pessoas não percebiam em suas vidas apressadas o rastro de amor…

Ela acreditava que assim aproximava as pessoas, sem vidros, sem carcaças metálicas: pessoas ao invés de objetos.

E ainda plantava árvores, não sujar e ser inofensiva  não era suficiente, ela queria ar puro onde muitos sujam, ela queria apaziguar onde muitos se agridem, e aproximar pessoas onde só se quer distância.
E assim amando ela ia pela avenida, mas ela pagou um preço por agir diferente.

Pedalando, pacifica, indefesa e entregue, era sua escolha não se proteger com armaduras nem se armar para ferir ou matar como algumas pessoas que escolhem curar ao ferir.

Como uma Satiagrahi sem agredir ela foi brutalmente agredida, mas diferente do que muitos pensam não foi a toa.

Essa foi sua pena por amar… “Pena de morte a ela” pensam os donos da rua que dizem “A culpa foi dela por andar na Avenida Paulista”

Sua morte envergonha os brutamontes e covardes, os egoístas preguiçosos e apressados, os de alma fraca protegidas por caraças que ferem, matam e ainda os impedem de viver.

Eles acham que não é com eles e muitos não entendem, mas amanhã entenderão.

E suas lágrimas cairão com dor e sofrimento, por não ter mudado a tempo, nessa carnificina onde todos temos culpa. Quantos tantos outros serão assassinados?

A toa? Com certeza não. Quando amamos não vivemos a toa e não morremos a toa. Viver e morrer é apenas mais uma oportunidade. Os erros são novas oportunidades de crescer no amor, viver é oportunidade de amar, e  morrer é a última delas. E lamento é viver sem amar e não a morte, deve-se lamentar o tempo que desperdiçamos sem amar.

E assim Julie não morreu, Julie Vive, e como o amor que ela espalhava, não sei se consciente, ela nos ensina ainda hoje nos fazendo refletir, e inspirando a continuar, na forma como tratamos a cidade e as pessoas, ou nos inspirando a escrever e refletir, para que o amor continue, e vai continuar. Todos a condenamos a morte, e ao mesmo tempo todos condenamos a nós mesmos. Se um um dia entendermos isso perceberemos que ela não morreu a toa.

Eu não a conheci pessoalmente, mas reconheço e entendo seu amor, sua luta, sua indignação e todos os dias a vejo no rosto das pessoas que andam de bicicleta e que lutam por fazer uma cidade e um mundo melhor…

Pastor Ricardo Gondim, Não lhe é chegada a Hora

Pastor Ricardo Gondim Não lhe é chegada a Hora

Pastor com todo o respeito…

Entendo o que sente de achar que sua hora está chegando, mas discordo, cansamos nos enfraquecemos, mas acredito que ainda tenha muito tempo de vida e na obra. Se lhe faltam forças hoje, amanhã terá, pode ter certeza.

Vivendo a vida saudável que tem com corpo, mente e espírito; o esporte que pratica, os livros e conversas que tem e a fé com a procura pela verdade e o Caminho te fazem completo, não um super homem.

Amanhã sei que ressurgirá muito mais forte e ajudara seus irmãos, nós, com entendimento e em nossa luta para alcançar o Amor de Jesus amando Deus e a nossos irmãos.

Tenho uma Causa menor, mas essa sim fisicamente arriscada que é a bicicleta. Ela é uma causa de amor para com meu próximo, com cidade e mundo com todos os argumentos que já são sabidos pelas pessoas minimamente informadas. Eu sinto a cada dia que pode ser meu último dia de vida, mas persisto por que há lutas que são maiores que a mim mesmo, e Ele sempre nos dará força para as causas de amor.

Querido pastor sua hora ainda não chegou, espero que esteja entendendo nesse importantíssimo intervalo. Já tive muitos intervalos, com os acidentes que sofri o que fez meu corpo e minha mente descansar por obrigação, mas voltei muito melhor, só precisei de um tempinho para recuperar meu condicionamento físico. Assim será com você, ainda não se livrou de nós… hehe

Esperamos sua volta, ansiosos.

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