Wagner Pensa Hirata

Love and Bike Lifestyle

Arquivo para a tag “verdade”

Não quero uma simpatia previlegiada.

Não quero um “bom dia” que seja só para mim.

Não quero a pura educação da formalidade.

Não quero que seja apenas um repetidor do que te esperam

Não quero um bom dia que não será dado ao trabalhador na rua.

Não quero um sorriso momentâneo que não se estende ao morador de rua como se aquele irmão fosse um objeto “inútil”.

Não quero um tratamento por ser um objeto “útil”, ou merecedor. Merecedor de tratamento de Amor todos somos…
Prefiro a sinceridade, de seja quem é

Prefiro o verdadeiro grau de evolução e amadurecimento

Mesmo que ele não seja socialmente aceitável

Porque a atitude assim, sem máscaras, corajoso e sincero, facilita o Amor
Bom dia
#OptePeloAmor

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Por que o Rico é infeliz?…

​O “rico” tem uma particularidade quanto a “felicidade”, diferente de outros grupos sociais.

Não posso generalizar, não são, todos os ricos, poderia te tarde dividir em dois grupos…
Vejo uma frustração, uma infelicidade, nos ricos bem intencionados. Eles buscam fazer o bem mas não conseguem ser felizes, jamais.

A sua infelicidade vem da incoerência dá riqueza com a Verdade, digo verdade de qualquer religião, a verdade do bem ao próximo e a abnegação e Amor. Por mais que se esforcem, dêem dinheiro, até sejam voluntários, o seu conforto e “segurança” é absolutamente contra a Verdade e o Amor. Por mais que busquem se frustram, a felicidade estaria na coragem, dá atitude de Amor, deixando de ser ricos…
O segundo grupo são os ricos felizes, claro que não dá para generalizar que todos os ricos são frustrados. Esse grupo são os que simplesmente ignoram o Amor, são absolutamente indiferentes, eles acreditam  em ideias como que são abençoados e previlegiadoa, que não nasceram para sofrer e passar o que a grande de maioria da população vive. Eles acreditam nessa verdade, se enganam, fecham seus olhos, e dentro dessa verdade, que nada tem a ver com a Verdade cristã, mulçumana, hindu, judia, budista, e qualquer outra religião.
Nessa verdade individual e de um grupo delimitado, eles são felizes sim, como a felicidade de qualquer grupo que age contra o Amor. Por isso sim, apegados a essa crença eles descansam, por mais que muitos de nós duvidemos, tranquilamente suas cabeças em seus travesseiros em paz e tranquilidade.
Coragem para o auto sacrifício, que exigirá assumir, ver, entender e agir, de aceitar que a verdade nada tem a ver com a Verdade. Diferença da verdade do umbigocentrismo da Verdade do altruísmo e Amor…
Super obrigado Patricia, me inspirou escrever não está a sabendo como, abraço…

Vivendo o Básico

No inicio do do século 20 Liev Tolsoi descreveu em seu livro “O Reino de Deus está em Vós” sabiamente três fases da humanidade: a fase selvagem, a fase da lei, e a fase do Amor. O Pe. François Varillon em seu livro “Alegria de Crer, Alegria de Viver” genialmente descreveu a mesma coisa de forma atemporal: há homens que vivem selvagemente; há os que vivem apenas obedecendo a lei; e há outros que vivem para amar. Ou seja, vivemos o básico que é comum a todos, quando bebês só queremos saber de comer e dormir e isso é básico e suficiente. Nessa fase a luta é apenas para nos mantermos vivos e sobreviver, mas ao passar do tempo cabe a nós decidir se vamos continuar viver como bebês sobrevivendo ou levando vida. Se importando com nos mesmos ou com os outros.

Quando vivemos o básico o “bom dia” é sacrificante, o lugar no ônibus é sempre meu, e o sorriso ao próximo é uma demonstração de fragilidade. Os olhares são desconfiados sobre as pessoas estranhas, onde a pessoa desconhecida é empecilho em potencial e dificilmente um amigo em potencial. Quando vivemos o básico o outro é um oponente e um adversário e não um parceiro. Quando vivemos o básico achamos que nosso papel é ser servido e não servir.

Quando vivemos o básico não nos importamos se nossas atitudes individuais trazem más consequências para o coletivo e seu futuro, porém quanto ao nosso próprio futuro sempre pensamos “quanto mais ganhar e acumular hoje melhor, afinal não se sabe o dia de amanhã e se compartilhar com outros menos terei para mim”. Agimos assim por que somos inseguros quanto ao “amanhã” e a “garantia” de segurança material nos alivia, e issofaz com que muitos vivam atrás de uma “estabilidade” q

Vivendo o básico o pensamento egoísta é sobrevivência e o pensamento coletivo é perda de tempo e desperdício.

Quando vivemos o básico o Eu é que importa os outros são apenas outros, a minha vida importa a de outros nem são vidas. Vivendo o básico a dor e o sofrimento humano não importa, e se a dor e o sofrimento não for humano ela nem existe. Quando vivemos o básico a dor do outro pode ser ignorada e não conseguimos entender que somos apenas um.

Quando vivemos o básico sempre achamos desculpas e nos isentamos de responsabilidades, o erro está em qualquer um mas nunca em nós.

Quando vivemos o básico por desconhecimento tentamos alcançar o inalcançável e faz com estejamos frustrados e sempre queiramos mais. Se vivemos o básico o que importa é chegar objetivo e não os meios para isso.
Quando vivemos o básico temos a opinião formada e imutável, sendo desnecessária a autocritica e reflexões.

Quando vivemos o básico o estar satisfeito com o trabalho ou salário é comodismo, o desejo é sempre ter mais independente de necessidade.

Quando vivemos o básico a matéria e as posses é o que importa, e o entendimento e olhar para nós mesmos é perda de tempo.

Quando vivemos o básico é impossível ser grato, achamos que todas as conquistas são méritos próprios, e só sou grato a mim mesmo.

Quando vivemos básico nossa vida é mais importante que qualquer coisa, vivendo o básico o sacrifico é impensável.

Quando vivemos no básico o meu conforto é mais importante que a sua vida.

Vivemos o básico muitas vezes quando o essencial nos é negado e quando vivemos sobre ameaças. Mas com o essencial satisfeito o conforto se torna elementar e “necessário” e  sem amadurecimento tudo se torna uma ameaça para o conforto conquistado, que passa a ser o novo básico. Assim vivemos lutando contra as ameaças que pode ser resumidas em “o outro”.

Quando do vivemos o básico não reconhecemos nosso próprio valor, apenas se sobrevive. Amar a si mesmo é impensável, o que torna impossível amar o próximo. Quando vivemos o básico Amor ou amar é engraçado, é utópico, é démodé, ou ridículo; ri-se dos estranhos que tentam amar. Amar, quando vivemos o básico, é fraqueza dos que não querem sobreviver a qualquer custo, assim vivemos de qualquer maneira. Quando vivemos o básico não enxergamos que vida sem amor é o mesmo que a morte. Amor é ser livre de nós mesmos e liberar o amor atrofiado que todos temos e guardamos quando vivemos o básico, ou por desconhecimento ou por medo.

E a vida é tão difícil para algumas pessoas que muitas vivem apenas no básico, não são ensinadas e também não tem a inquietação para que procurem o que há alem do básico, além da superfície.
Mas ainda assim acredito que é uma questão de escolha, todos temos problemas, uns mais outros menos, e se quisermos achamos desculpas para nos comportar como quisermos.

Que eu possa deixar de viver o básico por que para isso só depende de minha escolha

Deixando para a Próxima

As vezes é tão cansativo e desanimador, tanto esforço e parece que nada vai adiantar, então eu penso: “deixa para lá, deixa para a próxima vida, assim recomeçar será mais fácil, sem ter que consertar nada no passado”, mas não aceito isso, nem se eu acreditasse em reencarnação.

Não é isso que quero, ainda tenho esperança que tudo possa mudar: um novo começo ainda hoje. Mudar e crescer ainda é o meu desejo, sei que já amadureci com tudo que passou e foi doloroso em muitos momentos, mas eu quero mais, quero fazer uma nova história. Quero poder me aproximar, ouvir e ajudar com tudo que carrego da vida, do bem e do mal do que passei aprendi apenas o que me é útil para amar.

A vida me ensinou a perdoar e a me perdoar e que nunca é tarde, sempre haverá um recomeço, sempre poderei aprender seu eu quiser e me permitir.

Mas o esforço já foi grande, a minha insistência já me inibe, não quero ser inconveniente. Eu respeito e entendo o desejo que se tem de manter as coisas como estão, com certeza assim será mais fácil e respeito isso.

O que eu gostaria é que soubesse que estou aqui desimpedido, com esperança, pronto e aberto para começar tudo de novo, sem mágoas, com respeito e compreensão. Nada é maior que o meu desejo de amar.

Aprendi que depois de tanto insistir chega uma hora que só posso esperar… E assim, sem deixar para depois, vivo Em Paz…

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